sábado, 6 de agosto de 2011

Déjá - vu



Sinto-me em uma espécie de passado, com nostalgia, é como se o vento e balanço das árvores tivessem na mesma direção, rumo às mesmas coisas, mesmos acontecimentos, mesmas ilusões, pessoas, amores, rumores. É como se tivessem tentado tapar o sol com a peneira. É como os lugares tivessem as mesmas respostas, como se fossem acontecer as mesmas coisas. Mais como um Déjá-vu . Parece que os bancos, a pista, os passos, as ondas do mar, fossem os mesmo, como se a areia do mar ainda tivessem as minhas marcas. Como se o tempo nunca tivesse passado, apenas envelheci mais um ano, e nada mudara nada passara nada sonhara. Parece que vivo nas mesmas expectativas, com as mesmas esperanças, com os mesmos momentos, sonho. Parece que estou sempre esperando algo que eu já vivi acontecer novamente, ando pensando no passado, ando pensando que aquilo algum dia irá voltar, mesmo com a certeza que nunca irá voltar às atitudes não irá voltar, as pessoas não irão voltar. Penso e passo pelos lugares onde já freqüentei e vejo no que vivi antes estando na mesma hora e no mesmo lugar. O tempo nunca voltará e com ele foi tudo que eu já vivi!

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